- Militância e mobilização de ruaR$ 33 mil26,4%
- Serviços de terceirosR$ 19 mil14,9%
- Materiais impressosR$ 19 mil14,9%
- PessoalR$ 3 mil2,4%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 40 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 52 mil41,4%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Maicon Lopes (Maicon Lopes Fernandes) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Viradouro em 2012. Na campanha de 2016 para prefeito em Viradouro/SP, declarou R$ 126 mil em receitas: R$ 46 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 80 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 126 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 33 mil), serviços de terceiros (R$ 19 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 44% com combustíveis e lubrificantes.
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Maicon Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Viradouro (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 126 mil em receitas: R$ 46 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 80 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 126 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 33 mil) e serviços de terceiros (R$ 19 mil). Em 2012, 44% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.