Vilson Alves

Foto de Vilson Oschin Alves
Vilson Alves
Vilson Oschin Alves (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2012 · PV
54 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vilson Alves (Vilson Oschin Alves) disputou 7 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito, deputado federal, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Sumaré em 2008; vereador de Sumaré em 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 43.873 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Sumaré/SP, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 27 mil de outras campanhas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 13 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e publicidade por carros de som (R$ 936). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 248 mil em 2010 (45% com pessoal) e R$ 95 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

4.976 votos em 2012 · 7 eleições

A votação de Vilson Oschin Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 42 mil em receitas · R$ 42 mil em gastos contratados

Vilson Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006 e 2010, e prefeito em Sumaré (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 27 mil de outras campanhas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Em 2010, 45% dos R$ 248 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2006, R$ 95 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 42 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 42 milcontratados
Gastos em 2010R$ 248 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Sumaré (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 65% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 13 mil30,6%
  • Materiais impressosR$ 12 mil29,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 9362,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8802,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 15 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 15 mil35,8%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 248 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 7% · empresas 84% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 248 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 112 mil45,1%
  • Materiais impressosR$ 41 mil16,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 30 mil12,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 26 mil10,6%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 39 mil15,7%
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 95 mil
14 doadores pessoas físicas
partido 2% · pessoas 40% · empresas 40% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 95 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil13,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil8,2%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil3,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil2,9%
  • Outras 11 categoriasR$ 68 mil71,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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