- Impulsionamento de conteúdosR$ 525 mil26,0%
- Serviços de terceirosR$ 355 mil17,6%
- Materiais impressosR$ 349 mil17,3%
- Locação de imóveisR$ 250 mil12,4%
- Outras 9 categoriasR$ 539 mil26,7%
Segundo o Radar do Voto, Paulo Alexandre Barbosa (PSD) foi eleito deputado federal por São Paulo em 2026, com 168.207 votos, pelo resultado oficial do TSE. Paulo Alexandre Barbosa (Paulo Alexandre Pereira Barbosa) disputou 6 eleições entre 2006 e 2026, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2026 e 2022; prefeito de Santos em 2016 e 2012; deputado estadual em 2010 e 2006. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SP: 215.061 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 113,2 milhões empenhados em 45 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 104 municípios; 74% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 625 mil do Fundo Partidário, R$ 107 mil de outros recursos do partido e R$ 101 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 525 mil), serviços de terceiros (R$ 355 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 349 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,2 milhões em 2022 e R$ 1,1 milhão em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Alexandre Pereira Barbosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Alexandre Barbosa declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010, prefeito em Santos (SP) em 2012 e 2016, e deputado federal por São Paulo em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 625 mil do Fundo Partidário, R$ 107 mil de outros recursos do partido e R$ 101 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 525 mil) e serviços de terceiros (R$ 355 mil); R$ 1,5 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 3,2 milhões em gastos; em 2016, 50% dos R$ 1,1 milhão em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Paulo Alexandre Barbosa teve R$ 113,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 45 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 104 municípios. Já foram pagos R$ 83,3 milhões (74%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Santos, São Vicente e São Paulo.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 37,8 milhões | R$ 23,3 milhões | 62% | 14 | 40 |
| 2025 | R$ 37,3 milhões | R$ 34,4 milhões | 92% | 15 | 74 |
| 2024 | R$ 37,4 milhões | R$ 34,3 milhões | 92% | 15 | 23 |
| Total | R$ 112,4 milhões | R$ 92,1 milhões | 82% | 44 | 104 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.