- PessoalR$ 125 mil40,8%
- Materiais impressosR$ 60 mil19,7%
- Serviços advocatíciosR$ 50 mil16,3%
- Serviços de terceirosR$ 35 mil11,4%
- Outras 8 categoriasR$ 36 mil11,7%
Segundo o Radar do Voto, Claudio Itaverá (PT) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 6.812 votos, pelo resultado oficial do TSE. Claudio Itaverá (Claudio Bispo) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SP: 8.785 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 134 mil em receitas: R$ 44 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 60 mil de outras campanhas e R$ 31 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 306 mil, principalmente com pessoal (R$ 125 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 60 mil) e serviços advocatícios (R$ 50 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 353 mil em 2024 (61% com militância e mobilização de rua) e R$ 106 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Claudio Bispo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Claudio Itaverá declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Presidente Epitácio (SP) em 2016, 2020 e 2024, deputado federal por São Paulo em 2022, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 134 mil em receitas: R$ 44 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 60 mil de outras campanhas e R$ 31 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 306 mil, principalmente com pessoal (R$ 125 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 60 mil); R$ 101 mil já foram pagos. Em 2024, 61% dos R$ 353 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2022, 54% dos R$ 106 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.