Testinha

Foto de Francisco Pereira de Sousa
Testinha
Francisco Pereira de Sousa (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2018 · último partido SOLIDARIEDADE
59 anos em 2018 · Masculino · Ensino fundamental completo
Prefeito

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Testinha (Francisco Pereira de Sousa) disputou 6 eleições entre 2000 e 2018, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Poá em 2012 e 2008; vereador de Poá em 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Poá/SP: 47.695 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SP, declarou R$ 188 mil em receitas: R$ 107 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 140 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 87 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 13 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 33 mil em 2012 (51% com publicidade por placas, estandartes e faixas) e R$ 5 mil em 2008.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

25.908 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Francisco Pereira de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 188 mil em receitas · R$ 140 mil em gastos

Testinha declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, prefeito em Poá (SP) em 2008 e 2012, e deputado federal por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 188 mil em receitas: R$ 107 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 140 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 87 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil). Em 2012, 51% dos R$ 33 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas; em 2008, 56% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 188 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 140 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 33 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2012 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 188 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 57% · Fundo Partidário 38% · pessoas 4% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 140 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 87 mil62,6%
  • Materiais impressosR$ 29 mil20,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil9,2%
  • ÁguaR$ 4 mil3,2%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil4,3%
2012Prefeito, Poá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 87% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil50,9%
  • Materiais impressosR$ 8 mil24,0%
  • PessoalR$ 3 mil8,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil3,6%
  • Outras 6 categoriasR$ 4 mil12,9%
2008Prefeito, Poá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 57% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil55,6%
  • Serviços de terceirosR$ 73013,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 55010,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1703,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 95017,6%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 53 mil
8 doadores pessoas físicas
partido 12% · pessoas 29% · empresas 2% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 40 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 10 mil24,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil17,6%
  • Materiais impressosR$ 5 mil12,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil8,2%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil37,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892