- Materiais impressosR$ 3 mil59,0%
- Materiais impressosR$ 2 mil31,4%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 52 lançados como "diversas a especificar"R$ 4749,6%
Salvador Franceli (Salvador Franceli Neto) disputou 7 eleições entre 2000 e 2012, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Mogi Guaçu em 2012, 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por SP: 12.830 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Mogi Guaçu/SP, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e baixa de estimáveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 374). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9 mil em 2008 (71% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 8 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Salvador Franceli Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Salvador Franceli declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, e vereador em Mogi Guaçu (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2008, 71% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2006, R$ 8 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.