- PessoalR$ 69 mil33,5%
- Serviços de terceirosR$ 46 mil22,2%
- Materiais impressosR$ 10 mil4,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 7 mil3,4%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 74 mil36,1%
Eng Daniel Rossi (Daniel Rossi) disputou 13 eleições entre 1998 e 2022, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Mogi Guaçu em 2016; vereador de Mogi Guaçu em 2012. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Mogi Guaçu/SP: 19.984 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SP, declarou R$ 221 mil em receitas: R$ 201 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 589 do Fundo Partidário, R$ 14 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 206 mil, principalmente com pessoal (R$ 69 mil), serviços de terceiros (R$ 46 mil) e serviços contábeis (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 240 mil em 2020 e R$ 250 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Daniel Rossi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eng Daniel Rossi declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2014, 2018 e 2022, prefeito em Mogi Guaçu (SP) em 2008 e 2020, deputado federal por São Paulo em 2010, e vereador em Mogi Guaçu (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 221 mil em receitas: R$ 201 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 589 do Fundo Partidário, R$ 14 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 206 mil, principalmente com pessoal (R$ 69 mil) e serviços de terceiros (R$ 46 mil). Em 2020, R$ 240 mil em gastos; em 2018, 81% dos R$ 250 mil em gastos foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.