- Materiais impressosR$ 932 mil37,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 607 mil24,7%
- Publicidade por adesivosR$ 393 mil16,0%
- Serviços de terceirosR$ 148 mil6,0%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 105 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 376 mil15,3%
Segundo o Radar do Voto, Renato Bolsonaro (PL) foi eleito deputado federal por São Paulo em 2026, com 379.312 votos, pelo resultado oficial do TSE. Renato Bolsonaro (Renato Antônio Bolsonaro) disputou 10 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2026; vereador de Praia Grande em 1996. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por SP: 379.312 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,5 milhão do Fundo Partidário, R$ 64 mil de outros recursos do partido, R$ 26 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 932 mil), militância e mobilização de rua (R$ 607 mil) e publicidade por adesivos (R$ 393 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 377 mil em 2024 e R$ 103 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Renato Antonio Bolsonaro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Renato Bolsonaro declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Miracatu (SP) em 2008, prefeito em Miracatu (SP) em 2012 e 2016, prefeito em Registro (SP) em 2024, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,5 milhão do Fundo Partidário, R$ 64 mil de outros recursos do partido, R$ 26 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 932 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 607 mil); R$ 2,1 milhões já foram pagos. Em 2024, R$ 377 mil em gastos contratados; em 2016, R$ 103 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.