Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Toffoli (José Ticiano Dias Toffoli) disputou 3 eleições entre 2008 e 2012, para prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Marília em 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Marília/SP: 23.311 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Marília/SP, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 99 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 11 mil de empresas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 435 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 302 mil) e serviços de terceiros (R$ 142 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 799 mil.
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Evolução da votação nas eleições
23.311 votos em 2012 · 3 eleições
A votação de José Ticiano Dias Toffoli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 2,3 milhões em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos contratados
Toffoli declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2010, e prefeito em Marília (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 99 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 11 mil de empresas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 435 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 302 mil). Em 2010, R$ 799 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 2,3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 1,1 milhãocontratados
Gastos em 2010R$ 799 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 42% · pessoas 8% · empresas 48% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 799 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 272 mil34,1%
Cessão ou locação de veículosR$ 76 mil9,5%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 67 mil8,4%
Materiais impressosR$ 66 mil8,2%
Outras 14 categoriasinclui R$ 105 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 317 mil39,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.