João Carlos do Capão da Cruz

Foto de João Carlos Martins de Freitas
João Carlos do Capão da Cruz
João Carlos Martins de Freitas (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2012 · PTB
51 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Técnico Contabilidade, Estatística, Economia Doméstica e Administração
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, João Carlos do Capão da Cruz (João Carlos Martins de Freitas) disputou 3 eleições entre 2004 e 2012, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Luís Antônio em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para vereador em Luís Antônio/SP: 278 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Luís Antônio/SP, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 70 de outras campanhas e R$ 12 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 610, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 340) e publicidade por materiais impressos (R$ 270). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil, 71% com publicidade por jornais e revistas.

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Evolução da votação nas eleições

257 votos em 2012 (eleito) · 3 eleições

A votação de João Carlos Martins de Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 12 mil em receitas · R$ 610 em gastos contratados

João Carlos do Capão da Cruz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Luís Antônio (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 70 de outras campanhas e R$ 12 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 610, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 340) e publicidade por materiais impressos (R$ 270). Em 2008, 71% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas.

Receitas em 2012R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 610contratados
Gastos em 2008R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2012Vereador, Luís Antônio (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 99%
Gasto contratado
R$ 610
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 34055,7%
  • Materiais impressosR$ 27044,3%
2008Vereador, Luís Antônio (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 97%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil71,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil25,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 300,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 1533,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892