Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, João Caramez (João Carlos Caramez) disputou 8 eleições entre 1998 e 2022, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2010, 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 104.649 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SP, declarou R$ 243 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 120 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 243 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 117 mil), militância e mobilização de rua (R$ 38 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 23 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 475 mil em 2018 e R$ 1,4 milhão em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
14.138 votos em 2022 · 8 eleições
A votação de João Carlos Caramez em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 243 mil em receitas · R$ 243 mil em gastos
João Caramez declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022, e prefeito em Itapevi (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 243 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 120 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 243 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 117 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 38 mil). Em 2018, R$ 475 mil em gastos; em 2014, 44% dos R$ 1,4 milhão em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2022R$ 243 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 243 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 475 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 21% · pessoas 21% · empresas 57% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 481 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 111 mil23,2%
PessoalR$ 40 mil8,4%
Locação/cessão de bens móveisR$ 34 mil7,2%
Publicidade por jornais e revistasR$ 31 mil6,5%
Outras 17 categoriasR$ 263 mil54,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2022SUPLENTE14.138GSP · 71 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PSB · nº 40133 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2018SUPLENTE45.789GSP · 67 anos · Branca · Superior completo · Deputado · PSB · nº 40456 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.