Dinora Gomes de Moraes

Foto de Dinora Gomes de Moraes
Dinora Gomes de Moraes
4 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PV
65 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Dinora (Dinorá Gomes de Moraes Pultrini) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Iacanga em 2012 e 2004. A maior votação foi em 2012, para vereadora em Iacanga/SP: 353 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Iacanga/SP, declarou R$ 660 em receitas: R$ 260 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 200 de doações privadas e R$ 200 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 660, principalmente com serviços de terceiros (R$ 200), serviços de terceiros (R$ 200) e publicidade por materiais impressos (R$ 193). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 190, 46% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

136 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Dinora Gomes de Moraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 660 em receitas · R$ 660 em gastos contratados

Dinora declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Iacanga (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 660 em receitas: R$ 260 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 200 de doações privadas e R$ 200 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 660, principalmente com serviços de terceiros (R$ 200) e serviços de terceiros (R$ 200). Em 2012, 46% dos R$ 190 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 660campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 660contratados
Gastos em 2012R$ 190contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Iacanga (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 660
doações de pessoas
partido e outras campanhas 39% · pessoas 30% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 660
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 20030,3%
  • Serviços de terceirosR$ 20030,3%
  • Materiais impressosR$ 19329,2%
  • Locação de imóveisR$ 233,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 446,7%
2012Vereadora, Iacanga (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 230
doações de pessoas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 17% · próprios 75%
Gasto contratado
R$ 190
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8846,1%
  • Materiais impressosR$ 178,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 8645,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleita em 2004 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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