Professor Toninho

Foto de Antonio de Jesus Rocha
Professor Toninho
Antonio de Jesus Rocha (nome civil)
10 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSOL
57 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Diretor de Estabelecimento de Ensino
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Toninho (Antonio de Jesus Rocha) disputou 10 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeito, vereador, deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Embu em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Embu/SP: 17.981 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Embu/SP, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), publicidade por adesivos (R$ 221) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 82). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 27 mil em 2014 (63% com publicidade por materiais impressos) e R$ 7 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

873 votos em 2016 · 10 eleições

A votação de Antonio de Jesus Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Professor Toninho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, vereador em Embu (SP) em 2008 e 2016, prefeito em Embu (SP) em 2012, e deputado federal por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 221). Em 2014, 63% dos R$ 27 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 89% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2014R$ 27 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2016Vereador, Embu (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 79% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil94,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 2214,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 821,6%
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 54% · empresas menos de 1% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil63,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil17,1%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil12,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6002,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil4,8%
2012Prefeito, Embu (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 89% · empresas 11%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil88,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 80011,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Embu (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
21 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 88% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7903,8%
  • Materiais de expedienteR$ 5752,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5372,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 730,4%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 121 lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil90,4%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 55 mil
51 doadores pessoas físicas
pessoas 64% · próprios 32% · outras 4%
Gasto contratado
R$ 55 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil4,3%
  • TelefoneR$ 2 mil3,5%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil2,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil2,2%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 192 lançados como "diversas a especificar"R$ 48 mil87,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892