Lauro Michels Sobrinho

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Lauro Michels Sobrinho
4 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PV
34 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Prefeito
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Lauro Michels (Lauro Michels Sobrinho) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Diadema em 2016 e 2012; vereador de Diadema em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Diadema/SP: 145.084 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Diadema/SP, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 200 mil do Fundo Partidário, R$ 682 mil de doações privadas (133 doadores) e R$ 190 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 417 mil), serviços de terceiros (R$ 417 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 90 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 274 mil em 2012 (52% com publicidade por materiais impressos) e R$ 26 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

93.772 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Lauro Michels Sobrinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1,1 milhão em receitas · R$ 1,3 milhão em gastos contratados

Lauro Michels declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Diadema (SP) em 2008, e prefeito em Diadema (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 200 mil do Fundo Partidário, R$ 682 mil de doações privadas (133 doadores) e R$ 190 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 417 mil) e serviços de terceiros (R$ 417 mil). Em 2012, 52% dos R$ 274 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 51% dos R$ 26 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 1,1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1,3 milhãocontratados
Gastos em 2012R$ 274 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
133 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 19% · pessoas 64% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 417 mil32,3%
  • Serviços de terceirosR$ 417 mil32,2%
  • Locação de imóveisR$ 46 mil3,5%
  • Serviços de terceirosR$ 38 mil2,9%
  • Locação de imóveisR$ 16 mil1,2%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 360 mil27,8%
2012Prefeito, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 401 mil
71 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 38% · pessoas 47% · empresas 12% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 274 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 144 mil52,4%
  • Materiais impressosR$ 36 mil13,2%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil1,1%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 16 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 91 mil33,3%
2008Vereador, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 54% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil19,9%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 21 mil80,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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