Paulo Tito Farder

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Paulo Tito Farder
5 eleições entre 1996 e 2012 · PT
56 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
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Paulo Tito (Paulo Tito Farder) disputou 5 eleições entre 1996 e 2012, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Cubatão em 2008. A maior votação foi em 2008, para vereador em Cubatão/SP: 1.573 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Cubatão/SP, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 960). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 14 mil, 65% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

574 votos em 2012 · 5 eleições

A votação de Paulo Tito Farder em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 8 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Paulo Tito declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Cubatão (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2008, 65% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2012R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 6 milcontratados
Gastos em 2008R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Cubatão (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 58% · pessoas 27% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil31,8%
  • Materiais impressosR$ 1 mil23,9%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 64 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil44,3%
2008Vereador, Cubatão (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 51% · pessoas 2% · empresas 47%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil17,4%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil10,7%
  • Materiais impressosR$ 2101,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 10 mil70,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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