Anderson Diogo da Rádio

Foto de Anderson Diogo da Silva
Anderson Diogo da Rádio
Anderson Diogo da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PSL
52 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Jornalista e Redator
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Anderson Diogo da Rádio (Anderson Diogo da Silva) disputou 3 eleições entre 2008 e 2020, para vereador e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Cruzeiro/SP: 405 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Cruzeiro/SP, declarou R$ 700 em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 200 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 2 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

32 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Anderson Diogo da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 700 em receitas

Anderson Diogo da Rádio declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Cruzeiro (SP) em 2008 e 2020, e prefeito em Cruzeiro (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 700 em receitas, de outras campanhas. Em 2012, 100% dos R$ 200 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 700campanha encerrada
Gastos em 2012R$ 200contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Cruzeiro (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 700
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2012Prefeito, Cruzeiro (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 700
doações de pessoas
pessoas 71% · empresas 29%
Gasto contratado
R$ 200
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 200100,0%
2008Vereador, Cruzeiro (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 69% · empresas 11% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 895,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil94,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892