Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Biro do Som (José Roberto Cristófaro) disputou 2 eleições entre 2004 e 2012, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Cravinhos/SP: 89 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Cravinhos/SP, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 182 de outras campanhas, R$ 3 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 3 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 510) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 360).
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
89 votos em 2012 · 2 eleições
A votação de José Roberto Cristófaro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2012: R$ 7 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados
Biro do Som declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Cravinhos (SP) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 182 de outras campanhas, R$ 3 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 3 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 510).
partido e outras campanhas 3% · empresas 51% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por carros de somR$ 3 mil51,3%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5107,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3605,4%
Materiais impressosR$ 3395,1%
Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil30,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2012SUPLENTE89LCravinhos, São Paulo · 38 anos · Ensino fundamental completo · Agenciador de Propaganda · PP · nº 11222 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004SUPLENTE45LCravinhos, São Paulo · 30 anos · Ensino fundamental incompleto · Operador de Equip de Radio Telev e de Sonorizacao e Projecoes Cinemat · PV · nº 43743 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.