Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pivatto (José Pivatto) disputou 9 eleições entre 1994 e 2024, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Cosmópolis em 2016, 2004 e 2000; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 34.359 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Cosmópolis/SP, declarou R$ 171 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 61 mil de doações privadas (29 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 160 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 74 mil), locação de imóveis (R$ 22 mil) e serviços contábeis (R$ 21 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 71 mil em 2020 (47% com publicidade por materiais impressos) e R$ 55 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
6.706 votos em 2024 · 9 eleições
A votação de José Pivatto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 171 mil em receitas · R$ 160 mil em gastos
Pivatto declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2010, e prefeito em Cosmópolis (SP) em 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 171 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 61 mil de doações privadas (29 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 160 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 74 mil) e locação de imóveis (R$ 22 mil). Em 2020, 47% dos R$ 71 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 44% dos R$ 55 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2024R$ 171 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 160 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 71 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 30% · pessoas 16% · empresas 40% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 230 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 78 mil33,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 30 mil13,2%
Publicidade por carros de somR$ 26 mil11,2%
Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil3,4%
Outras 8 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 89 mil38,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE25.205GSP · 39 anos · Superior completo · Engenheiro · PT · nº 13150 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PCB / PMN / PPS / PT
Deputado Estadual · 1994ELEITO18.672GSP · 35 anos · Superior completo · Engenheiro · PT · nº 13150 · ver resultado completoAssembleia Legislativa
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.