- PessoalR$ 1,3 milhão49,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 408 mil15,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 270 mil10,4%
- Materiais impressosR$ 139 mil5,4%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 225 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 486 mil18,7%
Segundo o Radar do Voto, Marcos Neves (PSD) foi eleito deputado federal por São Paulo em 2026, com 98.359 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcos Neves (Marco Aurélio dos Santos Neves) disputou 11 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2026; prefeito de Carapicuíba em 2020 e 2016; deputado estadual em 2014 e 2010; vereador de Carapicuíba em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Carapicuíba/SP: 128.773 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 883 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 625 mil do Fundo Partidário, R$ 575 mil de outros recursos do partido, R$ 287 mil de doações privadas (33 doadores) e R$ 49 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,6 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,3 milhão), cessão ou locação de veículos (R$ 408 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 270 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,3 milhão em 2020 e R$ 960 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marco Aurelio dos Santos Neves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcos Neves declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010 e 2014, prefeito em Carapicuíba (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 883 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 625 mil do Fundo Partidário, R$ 575 mil de outros recursos do partido, R$ 287 mil de doações privadas (33 doadores) e R$ 49 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,6 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,3 milhão) e cessão ou locação de veículos (R$ 408 mil); R$ 1,5 milhão já foram pagos. Em 2020, R$ 1,3 milhão em gastos; em 2016, R$ 960 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.