- Materiais impressosR$ 157 mil51,1%
- Publicidade por carros de somR$ 24 mil7,8%
- ComíciosR$ 18 mil5,8%
- Correspondências e despesas postaisR$ 13 mil4,4%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 46 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 95 mil30,9%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luis Campaci (Luis Donisete Campaci) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Capivari em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Capivari/SP: 17.021 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Capivari/SP, declarou R$ 390 mil em receitas: R$ 304 mil de doações privadas (45 doadores), R$ 32 mil de empresas e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 308 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 157 mil), publicidade por carros de som (R$ 24 mil) e comícios (R$ 18 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 196 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luis Donisete Campaci em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Luis Campaci declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Capivari (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 390 mil em receitas: R$ 304 mil de doações privadas (45 doadores), R$ 32 mil de empresas e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 308 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 157 mil) e publicidade por carros de som (R$ 24 mil). Em 2008, R$ 196 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.