- Publicidade por carros de somR$ 10 mil43,6%
- Materiais impressosR$ 7 mil27,7%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil21,1%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil7,5%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nano Três Pinheiro (José Bernardo Pinheiro Otero) disputou 1 eleição, em 2012, para prefeito em Bom Jesus dos Perdões/SP, com 1.134 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeito em Bom Jesus dos Perdões/SP, declarou R$ 71 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 14 de doações privadas, R$ 46 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 5 mil).
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Nano Três Pinheiro declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Bom Jesus dos Perdões (SP) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 71 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 14 de doações privadas, R$ 46 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.