Almir-Filho do Toninho da Coap

Foto de Almir Rodrigues Lupianhes
Almir-Filho do Toninho da Coap
Almir Rodrigues Lupianhes (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · PSL
56 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Motorista Particular

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Almir-Filho do Toninho da Coap (Almir Rodrigues Lupianhes) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Atibaia/SP: 575 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Atibaia/SP, declarou R$ 248 em receitas: R$ 98 de outras campanhas e R$ 150 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 248, principalmente com serviços de terceiros (R$ 150) e publicidade por materiais impressos (R$ 98). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 42% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

363 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Almir Rodrigues Lupianhes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 248 em receitas · R$ 248 em gastos contratados

Almir-Filho do Toninho da Coap declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Atibaia (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 248 em receitas: R$ 98 de outras campanhas e R$ 150 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 248, principalmente com serviços de terceiros (R$ 150) e publicidade por materiais impressos (R$ 98). Em 2012, 42% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 248campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 248contratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Atibaia (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 248
doações de pessoas
partido e outras campanhas 40% · pessoas 60%
Gasto contratado
R$ 248
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 15060,5%
  • Materiais impressosR$ 9839,5%
2012Vereador, Atibaia (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 34% · empresas 15% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil42,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil37,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 37313,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1706,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892