Edson Ribeiro Pitimbu (PDT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 294 votos, pelo resultado oficial do TSE. Edson Ribeiro Pitimbu (Edson Ribeiro Magalhães Silva) disputou 6 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RJ: 764 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 201 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 201, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 201). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2014 (47% com serviços de terceiros) e R$ 4 mil em 2012.
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A votação de Edson Ribeiro Magalhaes Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Edson Ribeiro Pitimbu declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2012 e 2016, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 201 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 201, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 201). Em 2014, 47% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 53% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.