Francisco Junior (PDT) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 550 votos, pelo resultado oficial do TSE. Francisco Junior (Francisco Lima Filho) disputou 10 eleições entre 1998 e 2026, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RJ: 4.598 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Teresópolis/RJ, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 9). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 19 mil em 2016 (70% com publicidade por materiais impressos) e R$ 523 em 2010.
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A votação de Francisco Lima Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Francisco Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006, vereador em Teresópolis (RJ) em 2008 e 2024, deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 9). Em 2016, 70% dos R$ 19 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 523 em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.