Juliana Benício (PSDB) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 19.159 votos, pelo resultado oficial do TSE. Juliana Benício (Juliana da Câmara Torres Benicio) disputou 2 eleições entre 2020 e 2026, para deputada federal e prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputada federal por RJ: 19.159 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por RJ, declarou R$ 759 mil em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 59 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 594 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 170 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 272 mil.
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Evolução da votação nas eleições
19.159 votos em 2026 · 2 eleições
A votação de Juliana da Câmara Torres Benicio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 759 mil em receitas · R$ 594 mil em gastos contratados
Juliana Benício declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Niterói (RJ) em 2020, e deputada federal por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 759 mil em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 59 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 594 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 170 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil); R$ 564 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 272 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 759 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 594 milcontratados, parcial; R$ 564 mil pagos
Gastos em 2020R$ 272 milcampanha encerrada; tudo pago
60 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 11% · pessoas 87% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 272 mil
tudo pago (100%)
Serviços de terceirosR$ 60 mil22,2%
Militância e mobilização de ruaR$ 58 mil21,2%
Impulsionamento de conteúdosR$ 28 mil10,3%
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 26 mil9,4%
Outras 14 categoriasR$ 100 mil36,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2026SUPLENTE19.159GRJ · 49 anos · Branca · Superior completo · Servidor Público Federal · PSDB · nº 4550 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2020NÃO ELEITO15.857LNiterói, Rio de Janeiro · 43 anos · Branca · Superior completo · Engenheiro · NOVO · nº 30 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.