Joaquim Teixeira Portella Filho

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Joaquim Teixeira Portella Filho
3 eleições entre 2008 e 2026 · último partido DC
36 anos em 2026 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
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Bimbim Portella (DC) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 7.290 votos, pelo resultado oficial do TSE. Bimbim Portella (Joaquim Teixeira Portella Filho) disputou 3 eleições entre 2008 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RJ: 7.290 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Miguel Pereira/RJ, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 386 de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 386). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 61% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

7.290 votos em 2026 · 3 eleições

A votação de Joaquim Teixeira Portella Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Bimbim Portella declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Miguel Pereira (RJ) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 386 de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 386). Em 2008, 61% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Miguel Pereira (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 23% · pessoas 77%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil76,7%
  • Materiais impressosR$ 38623,3%
2008Vereador, Miguel Pereira (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 37% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 76060,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 332,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 45636,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Bimbim Portella (DC): suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto