Ademir Martins da Silva

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Ademir Martins da Silva
6 eleições entre 2008 e 2026 · último partido DC
59 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
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Ademir Martins (DC) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 2.470 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ademir Martins (Ademir Martins da Silva) disputou 6 eleições entre 2008 e 2026, para deputado estadual, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Duque de Caxias em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RJ: 17.825 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 786, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 416). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 60 mil em 2016 (49% com publicidade por materiais impressos) e R$ 154 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

2.470 votos em 2026 · 6 eleições

A votação de Ademir Martins da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 2 mil em receitas · R$ 786 em gastos contratados

Ademir Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Duque de Caxias (RJ) em 2008, 2012 e 2016, deputado federal por Rio de Janeiro em 2014 e 2022, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 786, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 416); R$ 786 já foram pagos. Em 2016, 49% dos R$ 60 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 154 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 2 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 786contratados, parcial; R$ 786 pagos
Gastos em 2016R$ 60 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2008 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 786
pago até agora: R$ 786 (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 41652,9%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 370 lançados como "diversas a especificar"R$ 37047,1%
2022Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 83% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 60 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 29 mil48,6%
  • PessoalR$ 12 mil20,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil14,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil9,7%
  • Outras 7 categoriasR$ 4 mil7,2%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 154 mil
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 90% · empresas 1% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 154 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 58 mil37,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 42 mil27,1%
  • Materiais impressosR$ 6 mil3,9%
  • Preparação de campanha e instalação física de comitês de campanhaR$ 6 mil3,9%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 22 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 42 mil27,4%
2012Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 73% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil36,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7 mil34,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil29,1%
2008Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 83% · empresas 15%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil36,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil14,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil10,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1750,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 7 mil37,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892