- Serviços de terceirosR$ 5,1 milhões55,0%
- PessoalR$ 2 milhões21,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 370 mil4,0%
- Serviços advocatíciosR$ 200 mil2,1%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 1,5 milhão doados a outros candidatos e partidosR$ 1,6 milhão17,6%
Eduardo Paes (PSD) foi ao 2º turno da eleição para governador do Rio de Janeiro em 2026, com 3.706.984 votos no 1º turno, pelo resultado oficial do TSE. O 2º turno é em 25 de outubro de 2026. Eduardo Paes (Eduardo da Costa Paes) disputou 10 eleições entre 1996 e 2026, para governador, prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: prefeito de Rio de Janeiro em 2024, 2020, 2012 e 2008; deputado federal em 2002 e 1998; vereador de Rio de Janeiro em 1996. A maior votação foi em 2026, para governador por RJ: 3.706.984 votos. Na campanha de 2026 para governador por RJ, declarou R$ 17,6 milhões em receitas: R$ 16,7 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 339 mil de outros recursos do partido e R$ 610 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 9,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5,1 milhões), pessoal (R$ 2 milhões) e impulsionamento de conteúdos (R$ 370 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 21,3 milhões em 2024 (70% com serviços de terceiros) e R$ 9,4 milhões em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Eduardo da Costa Paes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eduardo Paes declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Rio de Janeiro (RJ) em 2008, 2012, 2020 e 2024, e governador por Rio de Janeiro em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 17,6 milhões em receitas: R$ 16,7 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 339 mil de outros recursos do partido e R$ 610 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 9,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5,1 milhões) e pessoal (R$ 2 milhões); R$ 8,4 milhões já foram pagos. Em 2024, 70% dos R$ 21,3 milhões em gastos foram com serviços de terceiros; em 2020, 59% dos R$ 9,4 milhões em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.