- Materiais impressosR$ 250 mil25,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 249 mil25,7%
- Publicidade por adesivosR$ 231 mil23,9%
- Serviços advocatíciosR$ 125 mil12,9%
- Outras 6 categoriasR$ 113 mil11,6%
Daniela do Waguinho (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 53.345 votos, pelo resultado oficial do TSE. Daniela do Waguinho (Daniela Moté de Souza Carneiro) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputada federal. Ela foi eleita 2 vezes: deputada federal em 2022 e 2018. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por RJ: 213.706 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 204,1 milhões empenhados em 90 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 49 municípios; 88% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por RJ, declarou R$ 3,3 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 682 mil do Fundo Partidário, R$ 79 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 968 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 250 mil), militância e mobilização de rua (R$ 249 mil) e publicidade por adesivos (R$ 231 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 3,1 milhões em 2022 e R$ 854 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Daniela Moté de Souza Carneiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Daniela do Waguinho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada federal por Rio de Janeiro em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,3 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 682 mil do Fundo Partidário, R$ 79 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 968 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 250 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 249 mil); R$ 709 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 3,1 milhões em gastos; em 2018, 58% dos R$ 854 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Daniela do Waguinho teve R$ 204,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 90 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 49 municípios. Já foram pagos R$ 180,7 milhões (88%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (77%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Campos dos Goytacazes, Rio das Ostras e Belford Roxo. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 121,5 milhões em 32 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,7 milhões em 58 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 37,6 milhões | R$ 34,8 milhões | 92% | 10 | 21 |
| 2025 | R$ 46 milhões | R$ 35,4 milhões | 77% | 9 | 20 |
| 2024 | R$ 37,5 milhões | R$ 36,9 milhões | 99% | 13 | 10 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 121,1 milhões | R$ 107 milhões | 88% | 32 | 39 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.