- Impulsionamento de conteúdosR$ 77 mil61,0%
- Serviços de terceirosR$ 34 mil27,0%
- Materiais impressosR$ 6 mil5,0%
- Serviços contábeisR$ 5 mil4,0%
- Outras 2 categoriasR$ 4 mil3,0%
Professor Waldeck Carneiro (PT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 17.155 votos, pelo resultado oficial do TSE. Professor Waldeck Carneiro (Waldeck Carneiro da Silva) disputou 7 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2018 e 2014; vereador de Niterói em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RJ: 36.755 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 301 mil em receitas: R$ 145 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 87 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 69 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 126 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 77 mil), serviços de terceiros (R$ 34 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 346 mil em 2022 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 227 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Waldeck Carneiro da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Waldeck Carneiro declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Niterói (RJ) em 2008 e 2012, deputado estadual por Rio de Janeiro em 2014, 2018 e 2026, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 301 mil em receitas: R$ 145 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 87 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 69 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 126 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 77 mil) e serviços de terceiros (R$ 34 mil); R$ 99 mil já foram pagos. Em 2022, 44% dos R$ 346 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 71% dos R$ 227 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.