- Serviços de terceirosR$ 300 mil31,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 252 mil26,6%
- Materiais impressosR$ 165 mil17,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 77 mil8,1%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 720 lançados como "diversas a especificar"R$ 153 mil16,1%
Bandeira de Mello (PV) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 37.535 votos, pelo resultado oficial do TSE. Bandeira de Mello (Eduardo Carvalho Bandeira de Mello) disputou 4 eleições entre 2018 e 2026, para deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2022. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RJ: 72.725 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 113 milhões empenhados em 53 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 70 municípios; 84% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 947 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 300 mil), militância e mobilização de rua (R$ 252 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 165 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 356 mil em 2022 e R$ 2,1 milhões em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Eduardo Carvalho Bandeira de Mello em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Bandeira de Mello declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Rio de Janeiro (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 947 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 300 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 252 mil); R$ 504 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 356 mil em gastos contratados; em 2020, 58% dos R$ 2,1 milhões em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Bandeira de Mello teve R$ 113 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 53 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 70 municípios. Já foram pagos R$ 94,8 milhões (84%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam foram Rio de Janeiro, Niterói e Japeri.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 35,5 milhões | R$ 24,6 milhões | 69% | 16 | 33 |
| 2025 | R$ 39,4 milhões | R$ 34,9 milhões | 89% | 16 | 55 |
| 2024 | R$ 37,1 milhões | R$ 33,9 milhões | 91% | 20 | 25 |
| Total | R$ 112,1 milhões | R$ 93,4 milhões | 83% | 52 | 70 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.