- PessoalR$ 52 mil13,0%
- Serviços advocatíciosR$ 11 mil2,8%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 11 mil2,6%
- Locação de imóveisR$ 7 mil1,7%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 309 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 320 mil79,9%
Márcia do PV (PV) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 171 votos, pelo resultado oficial do TSE. Márcia do PV (Márcia Helena Lobato Kaltner) disputou 2 eleições entre 2016 e 2026, para deputada federal e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputada federal por RJ: 171 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por RJ, declarou R$ 401 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 de doações privadas e R$ 545 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 400 mil, principalmente com pessoal (R$ 52 mil), serviços advocatícios (R$ 11 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 11 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil, 57% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Márcia Helena Lobato Kaltner em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Márcia do PV declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Niterói (RJ) em 2016, e deputada federal por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 401 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 de doações privadas e R$ 545 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 400 mil, principalmente com pessoal (R$ 52 mil) e serviços advocatícios (R$ 11 mil); R$ 400 mil já foram pagos. Em 2016, 57% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.