Meire Aparecida Rodrigues de Moura

Foto de Meire Aparecida Rodrigues de Moura
Meire Aparecida Rodrigues de Moura
6 eleições entre 2000 e 2026 · último partido PP
59 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Meire Moura (PP) ficou como suplente de deputada estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 581 votos, pelo resultado oficial do TSE. Meire Moura (Meire Aparecida Rodrigues de Moura) disputou 6 eleições entre 2000 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por RJ: 1.406 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por RJ, declarou R$ 731 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 380 mil do Fundo Partidário e R$ 251 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 344 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 223 mil), serviços de terceiros (R$ 46 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 27 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 200 mil em 2018 (72% com serviços de terceiros) e R$ 5 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

581 votos em 2026 · 6 eleições

A votação de Meire Aparecida Rodrigues de Moura em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 731 mil em receitas · R$ 344 mil em gastos contratados

Meire Moura declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada estadual por Rio de Janeiro em 2014, 2018 e 2026, e vereadora em Duque de Caxias (RJ) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 731 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 380 mil do Fundo Partidário e R$ 251 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 344 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 223 mil) e serviços de terceiros (R$ 46 mil); R$ 298 mil já foram pagos. Em 2018, 72% dos R$ 200 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2016, 69% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com criação e inclusão de páginas na internet. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 731 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 344 milcontratados, parcial; R$ 298 mil pagos
Gastos em 2018R$ 200 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42014, 2016, 2018 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputada estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 731 mil
sem doações de pessoas
FEFC 14% · Fundo Partidário 52% · partido e outras campanhas 34%
Gasto contratado
R$ 344 mil
pago até agora: R$ 298 mil (87%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 223 mil64,8%
  • Serviços de terceirosR$ 46 mil13,4%
  • Materiais impressosR$ 27 mil7,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 19 mil5,6%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 850 lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil8,3%
2018Deputada estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 210 mil
sem doações de pessoas
FEFC 71% · Fundo Partidário 24% · partido e outras campanhas 5%
Gasto contratado
R$ 200 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 144 mil71,8%
  • Materiais impressosR$ 24 mil12,0%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 19 mil9,6%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 2 mil1,0%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil5,5%
2016Vereadora, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 3 mil69,0%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil24,6%
  • Materiais impressosR$ 3006,2%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 120,2%
Ver a campanha anterior
2014Deputada estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 98 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 48% · pessoas menos de 1% · empresas 51% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 98 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 71 mil72,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil7,2%
  • Materiais impressosR$ 7 mil6,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 4 mil4,0%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 810 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil9,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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