- Militância e mobilização de ruaR$ 373 mil40,9%
- Publicidade por adesivosR$ 103 mil11,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 90 mil9,9%
- Materiais impressosR$ 61 mil6,7%
- Outras 9 categoriasR$ 284 mil31,1%
Renato Cozzolino (PP) foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 84.516 votos, pelo resultado oficial do TSE. Renato Cozzolino (Renato Cozzolino Harb) disputou 6 eleições entre 2014 e 2026, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2026; prefeito de Magé em 2024 e 2020; deputado estadual em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Magé/RJ: 125.902 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 100 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 911 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 373 mil), publicidade por adesivos (R$ 103 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 90 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 750 mil em 2024 e R$ 704 mil em 2020.
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A votação de Renato Cozzolino Harb em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Renato Cozzolino declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2014 e 2018, prefeito em Magé (RJ) em 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 100 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 911 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 373 mil) e publicidade por adesivos (R$ 103 mil); R$ 621 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 750 mil em gastos; em 2020, R$ 704 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.