- PessoalR$ 267 mil57,1%
- Materiais impressosR$ 69 mil14,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 59 mil12,5%
- Serviços advocatíciosR$ 25 mil5,4%
- Outras 6 categoriasR$ 47 mil10,1%
Dr Luis Fernando (UNIÃO) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 5.361 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dr Luis Fernando (Luís Fernando Azevedo Silva) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Nova Friburgo em 2012. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Nova Friburgo/RJ: 9.955 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 483 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 466 mil, principalmente com pessoal (R$ 267 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 69 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 59 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 121 mil em 2020 e R$ 39 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luis Fernando Azevedo Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr Luis Fernando declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Nova Friburgo (RJ) em 2012 e 2016, deputado federal por Rio de Janeiro em 2018 e 2026, e prefeito em Nova Friburgo (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 483 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 466 mil, principalmente com pessoal (R$ 267 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 69 mil); R$ 444 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 121 mil em gastos; em 2018, 47% dos R$ 39 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.