Michelle Clavery Holanda

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Michelle Clavery Holanda
2 eleições entre 2024 e 2026 · PSD
49 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Pedagogo
redes informadas ao TSE
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Michelle da Corrente do Bem (PSD) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 3.430 votos, pelo resultado oficial do TSE. Michelle da Corrente do Bem (Michelle Clavery Holanda) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputada federal e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputada federal por RJ: 3.430 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por RJ, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 225 de doações privadas (3 doadores). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2024, já encerrada, gastou R$ 114 mil, 77% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

3.430 votos em 2026 · 2 eleições

A votação de Michelle Clavery Holanda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 30 mil em receitas

Michelle da Corrente do Bem declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Rio de Janeiro (RJ) em 2024, e deputada federal por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 225 de doações privadas (3 doadores). Em 2024, 77% dos R$ 114 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 30 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2024R$ 114 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2026parcialDeputada federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2024Vereadora, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 114 mil
9 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 83% · pessoas 17%
Gasto contratado
R$ 114 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 88 mil77,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil8,8%
  • Materiais impressosR$ 6 mil5,6%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil2,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 6 mil5,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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