- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 13 mil43,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 7 mil21,8%
- PessoalR$ 6 mil19,8%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil10,4%
- Outras 2 categoriasR$ 2 mil5,0%
Nestor Lopes de Madalena (PSB) teve 2.264 votos para deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Nestor Lopes de Madalena (Nestor Luiz Cardozo Lopes) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, prefeito, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Santa Maria Madalena em 2012; vereador de Santa Maria Madalena em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RJ: 2.264 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 29 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 13 mil), militância e mobilização de rua (R$ 7 mil) e pessoal (R$ 6 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 130 mil em 2024 e R$ 1 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Nestor Luiz Cardozo Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Nestor Lopes de Madalena declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Santa Maria Madalena (RJ) em 2008 e 2020, prefeito em Santa Maria Madalena (RJ) em 2024, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 29 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 13 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 7 mil); R$ 11 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 130 mil em gastos; em 2020, 100% dos R$ 1 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.