- Publicidade por adesivosR$ 35 mil45,9%
- Materiais impressosR$ 18 mil24,2%
- Locação de imóveisR$ 11 mil14,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil7,5%
- Outras 2 categoriasR$ 6 mil7,9%
Luiz Ramos Filho (PSD) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 28.290 votos, pelo resultado oficial do TSE. Luiz Ramos Filho (Luis Antonio da Costa Ramos) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Rio de Janeiro em 2024, 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RJ: 28.290 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 35 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e locação de imóveis (R$ 11 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 453 mil em 2024 (49% com militância e mobilização de rua) e R$ 246 mil em 2020.
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A votação de Luis Antonio da Costa Ramos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Luiz Ramos Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 35 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil); R$ 5 mil já foram pagos. Em 2024, 49% dos R$ 453 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2020, 47% dos R$ 246 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.