Luis Antonio da Costa Ramos

Foto de Luis Antonio da Costa Ramos
Luis Antonio da Costa Ramos
4 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PSD
50 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Luiz Ramos Filho (PSD) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 28.290 votos, pelo resultado oficial do TSE. Luiz Ramos Filho (Luis Antonio da Costa Ramos) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Rio de Janeiro em 2024, 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RJ: 28.290 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 35 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e locação de imóveis (R$ 11 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 453 mil em 2024 (49% com militância e mobilização de rua) e R$ 246 mil em 2020.

Vereador · 2024
20.237
votos · Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
ELEITO · MÉDIA
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

28.290 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Luis Antonio da Costa Ramos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 66 mil em receitas · R$ 76 mil em gastos contratados

Luiz Ramos Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 35 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil); R$ 5 mil já foram pagos. Em 2024, 49% dos R$ 453 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2020, 47% dos R$ 246 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 66 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 76 milcontratados, parcial; R$ 5 mil pagos
Gastos em 2024R$ 453 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42016, 2020, 2024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 66 mil
sem doações de pessoas
FEFC 76% · partido 9% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 76 mil
pago até agora: R$ 5 mil (7%)
  • Publicidade por adesivosR$ 35 mil45,9%
  • Materiais impressosR$ 18 mil24,2%
  • Locação de imóveisR$ 11 mil14,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil7,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 6 mil7,9%
2024Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 494 mil
9 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 89% · pessoas 11% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 453 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 220 mil48,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 80 mil17,6%
  • Materiais impressosR$ 48 mil10,5%
  • Locação de imóveisR$ 15 mil3,3%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 30 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 90 mil19,9%
2020Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 303 mil
49 doadores pessoas físicas
FEFC menos de 1% · pessoas 80% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 246 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 115 mil46,7%
  • Materiais impressosR$ 23 mil9,3%
  • Locação de imóveisR$ 19 mil7,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 17 mil6,9%
  • Outras 9 categoriasR$ 72 mil29,3%
Ver a campanha anterior
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 337 mil
37 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 45% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 23% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 337 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 173 mil51,4%
  • Materiais impressosR$ 53 mil15,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 47 mil13,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32 mil9,6%
  • Outras 8 categoriasR$ 31 mil9,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Luiz Ramos Filho (PSD): suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto