Luiz da Silva Gomes

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Luiz da Silva Gomes
3 eleições entre 2014 e 2026 · último partido PSB
59 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Vendedor de Comércio Varejista e Atacadista
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Pastor Luiz Gomes (PSB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 689 votos, pelo resultado oficial do TSE. Pastor Luiz Gomes (Luiz da Silva Gomes) disputou 3 eleições entre 2014 e 2026, para deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RJ: 1.432 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outras campanhas. Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2022 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 928 em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

689 votos em 2026 · 3 eleições

A votação de Luiz da Silva Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 8 mil em receitas

Pastor Luiz Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2014, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outras campanhas. Em 2022, 100% dos R$ 1 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 54% dos R$ 928 em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 8 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2022R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32014, 2022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2026parcialDeputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
sem doações de pessoas
FEFC 79% · partido e outras campanhas 21%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2022Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 1 mil100,0%
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 928
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 928
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 50053,9%
  • Materiais impressosR$ 42846,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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