- Militância e mobilização de ruaR$ 658 mil42,6%
- Serviços de terceirosR$ 378 mil24,5%
- PessoalR$ 116 mil7,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 90 mil5,8%
- Outras 6 categoriasR$ 304 mil19,7%
Heloísa Helena (REDE) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 16.963 votos, pelo resultado oficial do TSE. Heloísa Helena (Heloísa Helena Lima de Moraes Carvalho) disputou 13 eleições entre 1994 e 2026, para deputada federal, vereadora, senadora, presidente, prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 4 vezes: vereadora de Maceió em 2012 e 2008; senadora em 1998; deputada estadual em 1994. A maior votação foi em 2006, para presidente: 6.575.393 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por RJ, declarou R$ 2,8 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 658 mil), serviços de terceiros (R$ 378 mil) e pessoal (R$ 116 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,9 milhão em 2024 e R$ 3,2 milhões em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Heloísa Helena Lima de Moraes Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Heloísa Helena declarou receitas e gastos ao TSE em 10 campanhas: presidente em 2006, vereadora em Maceió (AL) em 2008, 2012 e 2020, senadora por Alagoas em 2010 e 2014, deputada federal por Alagoas em 2018, deputada federal por Rio de Janeiro em 2022 e 2026, e vereadora em Rio de Janeiro (RJ) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,8 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 658 mil) e serviços de terceiros (R$ 378 mil); R$ 364 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 1,9 milhão em gastos; em 2022, R$ 3,2 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.