- Materiais impressosR$ 22 mil20,1%
- Serviços advocatíciosR$ 20 mil18,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil16,3%
- Serviços de terceirosR$ 15 mil13,5%
- Outras 8 categoriasR$ 34 mil31,5%
Wilians Douglas (PSOL) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 2.028 votos, pelo resultado oficial do TSE. Wilians Douglas (Wilians Douglas Barbosa da Silva) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RJ: 2.028 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 150 mil em receitas: R$ 147 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 108 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil), serviços advocatícios (R$ 20 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 18 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2024, já encerrada, gastou R$ 21 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Wilians Douglas Barbosa da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Wilians Douglas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Seropédica (RJ) em 2024, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 150 mil em receitas: R$ 147 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 108 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e serviços advocatícios (R$ 20 mil); R$ 63 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 21 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.