- Materiais impressosR$ 8 mil99,2%
- PessoalR$ 510,6%
- Transporte ou deslocamentoR$ 170,2%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1menos de 0,1%
Aline Lopes (PRD) ficou como suplente de deputada estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 174 votos, pelo resultado oficial do TSE. Aline Lopes (Aline Lopes da Silva) disputou 2 eleições entre 2018 e 2026, para deputada estadual e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por RJ: 3.514 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por RJ, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), pessoal (R$ 51) e transporte ou deslocamento (R$ 17). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 2 mil, 55% com publicidade por materiais impressos.
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A votação de Aline Lopes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Aline Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Rio de Janeiro em 2018, e deputada estadual por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e pessoal (R$ 51); R$ 9 mil já foram pagos. Em 2018, 55% dos R$ 2 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.