Roberto Martins da Silva Junior

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Roberto Martins da Silva Junior
3 eleições entre 2016 e 2026 · último partido SOLIDARIEDADE
44 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Municipal
redes informadas ao TSE
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Junior Trakinas (SOLIDARIEDADE) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 1.790 votos, pelo resultado oficial do TSE. Junior Trakinas (Roberto Martins da Silva Junior) disputou 3 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RJ: 1.790 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Duque de Caxias/RJ, declarou R$ 65 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 40 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 25 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil, 74% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.790 votos em 2026 · 3 eleições

A votação de Roberto Martins da Silva Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 65 mil em receitas · R$ 65 mil em gastos

Junior Trakinas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Duque de Caxias (RJ) em 2016 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 65 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 40 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 25 mil). Em 2016, 74% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 65 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 65 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2024Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 65 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 65 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 40 mil62,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 25 mil38,0%
2016Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 80% · pessoas 20%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil73,7%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil20,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3003,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 1752,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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