Pedrinho Balbino

Foto de Pedro Silva Costa Filho
Pedrinho Balbino
Pedro Silva Costa Filho (nome civil)
5 eleições entre 1998 e 2020 · último partido PP
61 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Técnico em Agronomia e Agrimensura

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedrinho Balbino (Pedro Silva Costa Filho) disputou 5 eleições entre 1998 e 2020, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Tomar do Geru em 2020 e 2016; deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por SE: 9.654 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Tomar do Geru/SE, declarou R$ 95 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 de outros recursos do partido, R$ 14 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 400 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 93 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 32 mil), publicidade por adesivos (R$ 21 mil) e serviços contábeis (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 30 mil em 2016 e R$ 16 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

3.677 votos em 2020 (eleito) · 5 eleições

A votação de Pedro Silva Costa Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 95 mil em receitas · R$ 93 mil em gastos

Pedrinho Balbino declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Tomar do Geru (SE) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 95 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 de outros recursos do partido, R$ 14 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 400 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 93 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 32 mil) e publicidade por adesivos (R$ 21 mil). Em 2016, R$ 30 mil em gastos contratados; em 2012, 69% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 95 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 93 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 30 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Tomar do Geru (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 95 mil
11 doadores pessoas físicas
FEFC 85% · partido menos de 1% · pessoas 15% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 93 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil34,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 21 mil22,1%
  • Serviços contábeisR$ 12 mil12,9%
  • Materiais impressosR$ 5 mil5,6%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil24,5%
2016Prefeito, Tomar do Geru (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
14 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 19% · pessoas 46% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil27,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil24,6%
  • Materiais impressosR$ 6 mil18,7%
  • ComíciosR$ 2 mil6,7%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil22,4%
2012Prefeito, Tomar do Geru (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 58% · empresas 23% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil69,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil24,7%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil6,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1998, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892