Pedro Silva do Nascimento

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Pedro Silva do Nascimento
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PPS
52 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Agricultor
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Kiboa (Pedro Silva do Nascimento) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1996, para vereador em Lagarto/SE: 165 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Lagarto/SE, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 75 do Fundo Partidário, R$ 750 de doações privadas (4 doadores) e R$ 717 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com baixa de estimaveis - produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 500), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 250) e publicidade por adesivos (R$ 240). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 250, 100% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

59 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Pedro Silva do Nascimento em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Kiboa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Lagarto (SE) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 75 do Fundo Partidário, R$ 750 de doações privadas (4 doadores) e R$ 717 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com baixa de estimaveis - produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 500) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 250). Em 2012, 100% dos R$ 250 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 250contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Lagarto (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 5% · pessoas 49% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 754,9%
  • Materiais impressosR$ 503,2%
  • Outras 6 categoriasR$ 1 mil91,9%
2012Vereador, Lagarto (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 250
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 250
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 250100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885