Padre Raimundo

Foto de Raimundo da Silva Leal
Padre Raimundo
Raimundo da Silva Leal (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2012 · PC do B
47 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Prefeito
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Padre Raimundo (Raimundo da Silva Leal) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Cristinápolis em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Cristinápolis/SE: 5.437 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Cristinápolis/SE, declarou R$ 79 mil em receitas: R$ 51 mil de outros recursos do partido e R$ 28 mil de doações privadas (16 doadores). Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 10 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 30 mil.

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Evolução da votação nas eleições

5.437 votos em 2012 (eleito) · 2 eleições

A votação de Raimundo da Silva Leal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 79 mil em receitas · R$ 52 mil em gastos contratados

Padre Raimundo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Cristinápolis (SE) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 79 mil em receitas: R$ 51 mil de outros recursos do partido e R$ 28 mil de doações privadas (16 doadores). Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil). Em 2008, R$ 30 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 79 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 52 milcontratados
Gastos em 2008R$ 30 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2012Prefeito, Cristinápolis (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 79 mil
16 doadores pessoas físicas
partido 64% · pessoas 36%
Gasto contratado
R$ 52 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 23 mil44,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil20,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil19,6%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil9,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil5,7%
2008Prefeito, Cristinápolis (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
18 doadores pessoas físicas
pessoas 82% · empresas 18%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil31,3%
  • Materiais impressosR$ 9 mil29,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil8,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 530,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 9 mil30,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892