Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mariano (Mariano Alexandre) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Timbé do Sul em 2008. Na campanha de 2012 para prefeito em Timbé do Sul/SC, declarou R$ 48 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 3 mil).
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
1.895 votos em 2012 · 2 eleições
A votação de Mariano Alexandre em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2012: R$ 48 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados
Mariano declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Timbé do Sul (SC) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 48 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil).
Fundo Partidário 11% · partido e outras campanhas 13% · pessoas 40% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 9 mil35,7%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil16,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil11,8%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3 mil10,5%
Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil25,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2008ELEITO1.990LTimbé do Sul, Santa Catarina · 46 anos · Ensino médio completo · Motorista de Veículos de Transporte de Carga · PSDB · nº 25 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.