Rosi Maldaner (Rosimar Maldaner) disputou 3 eleições entre 2012 e 2022, para deputada estadual e prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Maravilha em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por SC: 20.189 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por SC, declarou R$ 204 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de outros recursos do partido e R$ 102 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 201 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 107 mil), publicidade por adesivos (R$ 32 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 25 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 137 mil em 2016 e R$ 107 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
20.189 votos em 2022 · 3 eleições
A votação de Rosimar Maldaner em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 204 mil em receitas · R$ 201 mil em gastos
Rosi Maldaner declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeita em Maravilha (SC) em 2012 e 2016, e deputada estadual por Santa Catarina em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 204 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil de outros recursos do partido e R$ 102 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 201 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 107 mil) e publicidade por adesivos (R$ 32 mil). Em 2016, R$ 137 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 107 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 204 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 201 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 137 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 88% · pessoas 4% · empresas 5% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 107 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 41 mil38,1%
Materiais impressosR$ 17 mil15,8%
Serviços de terceirosR$ 1 mil0,9%
Outras 8 categoriasR$ 48 mil45,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.