Toninho Testoni (Antônio Marcos Testoni) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Governador Celso Ramos em 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para vereador em Governador Celso Ramos/SC: 565 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Governador Celso Ramos/SC, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 554 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 244), publicidade por adesivos (R$ 160) e publicidade por materiais impressos (R$ 150). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 23 mil, 65% com cessão ou locação de veículos.
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Evolução da votação nas eleições
39 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Antonio Marcos Testoni em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados
Toninho Testoni declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Governador Celso Ramos (SC) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 554 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 244) e publicidade por adesivos (R$ 160). Em 2012, 65% dos R$ 23 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.
Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 23 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 28% · próprios 71%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 15 mil64,6%
Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil10,3%
Serviços de terceirosR$ 2 mil8,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil5,5%
Outras 3 categoriasinclui R$ 980 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil11,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2012ELEITO565LGovernador Celso Ramos, Santa Catarina · 41 anos · Ensino médio completo · Servidor Público Municipal · PMDB · nº 15615 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004ELEITO530LGovernador Celso Ramos, Santa Catarina · 33 anos · Ensino médio completo · Servidor Publico Municipal · PFL · nº 25625 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000ELEITO415LGovernador Celso Ramos, Santa Catarina · 29 anos · Ensino médio completo · Mecanico de Manutenção de Veículos Automotores e Máquinas · PFL · nº 25625 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE151LGovernador Celso Ramos, Santa Catarina · 25 anos · Ensino médio completo · PFL · nº 25666 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.