Francisco de Oliveira Neto

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Francisco de Oliveira Neto
2 eleições entre 2012 e 2020 · último partido PSL
41 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Corretor de Imóveis, Seguros, Títulos e Valores
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Chiquinho (Francisco de Oliveira Neto) disputou 2 eleições entre 2012 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Governador Celso Ramos/SC: 217 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Governador Celso Ramos/SC, declarou R$ 429 em receitas: R$ 412 de outros recursos do partido e R$ 17 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 429, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 252) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 10). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 12 mil, 46% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

118 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Francisco de Oliveira Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 429 em receitas · R$ 429 em gastos

Chiquinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Governador Celso Ramos (SC) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 429 em receitas: R$ 412 de outros recursos do partido e R$ 17 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 429, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 252) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 10). Em 2012, 46% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 429campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 429campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Governador Celso Ramos (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 429
sem doações de pessoas
partido 96% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 429
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 25258,7%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 160 lançados como "diversas a especificar" e R$ 7 doados a outros candidatos e partidosR$ 17741,3%
2012Vereador, Governador Celso Ramos (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 58% · empresas 18% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil45,9%
  • Materiais impressosR$ 2 mil18,4%
  • Serviços de terceirosR$ 1000,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 4 mil34,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Francisco de Oliveira Neto (Chiquinho): candidaturas e votos · Radar do Voto